Chile detecta vírus H1N1 em granjas de perus

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Postado em 21st agosto 2009 por Orides Tomkiel Zmovirzynski em Notícias

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O Chile detectou o vírus da gripe H1N1 em duas granjas de perus, informaram autoridades, no primeiro registro de infecção pelo vírus fora de humanos e porcos. No entanto, não há indícios de que a doença tenha se espalhado para outras partes do país.

A agência de agricultura e pecuária do governo, SAG, disse na noite de quinta-feira, 20, que o surto de gripe foi controlado em duas fazendas a 120 quilômetros a oeste da capital Santiago e que a Organização Mundial de Saúde Animal já foi informada do ocorrido.

“Pedimos ao público que consuma produtos de peru com confiança”, afirmou um comunicado da SAG, acrescentando que testes de laboratório descartaram a presença do vírus H5N1, da chamada gripe aviária.

A Organização Mundial da Saúde declarou em junho uma pandemia da gripe H1N1, conhecida como gripe suína, e o vírus agora já afeta mais de 180 países, causando no mínimo 1462 mortes confirmadas em laboratório. A OMS disse que a pandemia é incontrolável.

O vírus H1N1 foi encontrado pela primeira vez em março, no México e na Califórnia. Especialistas afirmam que ao menos 1 milhão de pessoas foram infectadas pela doença somente nos Estados Unidos.

Testes genéticos mostraram que o vírus aparentemente surgiu nos porcos, mas agora a transmissão acontece diretamente entre os humanos.

No Chile, o vírus H1N1 matou 128 pessoas e infectou 12.175 durante o inverno.

O governo chileno informou que fazendas perto da cidade portuária de Valparaíso foram colocadas em quarentena no dia 13 de agosto como precaução após produtores de peru terem informado anomalias na produção de ovos. Testes de laboratório confirmaram posteriormente a infecção pelo vírus H1N1.

As autoridades não disseram quantos animais foram infectados, mas afirmaram que não há evidências de que o vírus tenha se espalhado para outras partes do país.

Efeitos colaterais do tamiflu – Verdades que não são ditas

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Postado em 30th julho 2009 por Orides Tomkiel Zmovirzynski em Saúde

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Este antiviral oseltamivir (Tamiflu) teve a prescrição proibida no Japão em 2007 para crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos.

Essa proibição foi relacionada a efeitos colaterais do remédio Tamiflu e a comportamentos perigosos e registro de casos de suicídios entre jovens que utilizaram a medicação.

A especialista em infectologia do Comitê Científico de Influenza, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia afirma que a ocorrência dos casos de suicídio no Japão pode estar ligada ao efeito da própria doença.

A gripe suína pode gerar encefalite e com isso há delírios e por conta disso pode ocorrer atos impensados e descontrolados causando até mesmo o suicídio.

O laboratório suíço Roche, produtor do medicamento, informou que “não foi estabelecida a contribuição de Tamiflu (oseltamivir) a comportamentos anormais e/ou a suicídio.

Sabe-se, no entanto, que este tipo de comportamento pode ocorrer em pacientes com gripe, incluindo-se aqueles que não tomam medicação antiviral.

Para a especialista uma das principais virtudes do remédio é evitar a transmissão do vírus e isto está plenamente documentado, trazendo uma segurança às demais pessoas com até 80% de proteção na transmissão a familiares.

Após registrar ao primeiro caso de transmissão da gripe suína no Brasil, o Ministério da Saúde estocou cerca de 12 mil doses do medicamento para evitar e tratar das contaminações e nas próximas semanas, esse número deve ser ampliado para 54 mil.

O Tamiflu foi usado com sucesso no combate da gripe comum e no tratamento da gripe aviária, no entanto, sua eficácia no caso da gripe suína ainda está em estudo.

Na semana passada, com a possibilidade do avanço da gripe suína no Japão, o Ministério Público local liberou a prescrição da droga para crianças e adolescentes.

Em outra época, entre 2005 e 2006, a Federação Americana  FDA recebeu mais de cem relatos sobre alucinações e delírios provocados após a ingestão do medicamento, além de comportamentos psiquiátricos incomuns.

Pode ser até conspiração, mas o vídeo abaixo é bem intrigante:

Diferença entre uma gripe comum e a H1 N1

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Postado em 29th julho 2009 por Orides Tomkiel Zmovirzynski em Joinville

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Diferença entre gripe comum e Influenza A

Como começou a gripe suína?

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Postado em 4th maio 2009 por Orides Tomkiel Zmovirzynski em Notícias

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É preocupante o que se ouve por ai, já são muitos os infectados mas não sabemos se estamos sendo informados de tudo ou se está havendo ocultação de informações. Só nos resta ficar atentos às informações. veja abaixo mais informações sobre o virús:

Influenza A (H1N1)

Influenza A (H1N1)
Classificações e recursos externos
Virus influenza

A influenza A subtipo H1N1, chamada anteriormente de gripe suína ou gripe porcina, gripe mexicana, gripe norte-americana, influenza norte-americana ou nova gripe, é uma doença infectocontagiosa ocasionada por uma variante do Influenzavirus A H1N1.

Teve início no México em abril de 2009 e começou a espalhar-se pelo mundo gradativamente. O vírus original da gripe suína foi isolado pela primeira vez em 1930 em um porco.

Forma de contágio


A gripe H1N1 2009 é uma doença causada por um vírus que pode atacar humanos

A contaminação se dá da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado, ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos. Não foram identificados animais (porcos) doentes no local da epidemia (México). Trata-se, possivelmente, de um vírus mutante, com material genético das gripes humana, aviária e suína.

O vírus da gripe suína (não o vírus Influenza A/H1N1 que está actualmente infectando as pessoas) causa uma doença respiratória altamente contagiosa entre os suínos, sem provocar contudo grande mortalidade. Habitualmente não afecta humanos; no entanto, existem casos esporádicos de contágio, laboratorialmente confirmados, em determinados grupos de risco. A infecção ocorre em pessoas em contacto directo e constante com estes animais, como agricultores e outros profissionais da área. A transmissão entre pessoas e suínos pode ocorrer de forma directa ou indirecta, através das secreções respiratórias, ao contactar ou inalar partículas infectadas. O quadro clínico da infecção pelo virus da gripe suína é em geral idêntico ao de uma gripe humana sazonal.

Os suínos podem igualmente ser infectados pelo virus da influenza humano, assim como pelo virus da influenza aviário e pelo suíno. Quando os vírus da influenza de diferentes espécies infectam simultaneamente o mesmo animal (como por exemplo o suíno), podem reorganizar-se geneticamente e originar uma nova estirpe de vírus, tal como aconteceu actualmente com a emergência deste novo virus circulante Influenza A/H1N1. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Especificamente esta combinação, não havia sido vista até agora em humanos ou em suínos, e a sua origem é ainda desconhecida. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum.

O virus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do suíno na emergência desta nova estirpe de virus encontra-se sob investigação. Contudo, é certo que não há qualquer risco de contaminação através da alimentação de carnes suínas cozinhadas. Cozinhar a carne de porco a 71 graus Celsius mata o vírus da influenza, assim como outros vírus e bactérias.

Sintomas


Sintomas

Assim como a gripe humana comum, a influenza A (H1N1) apresenta como sintomas febre repentina, fadiga, dores pelo corpo, tosse. Esse novo surto, aparentemente, também causa mais diarreia e vômitos que a gripe convencional.

Tratamento

De acordo com a OMS, os medicamentos antiviral oseltamivir e zanamivir, em testes iniciais mostraram-se efetivos contra o vírus H1N1.

Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença.

Polêmica

Passageiros do metrô na Cidade do México usando máscaras de proteção em 24 de Abril de 2009.

Os suinocultores, temem um impacto negativo sobre as vendas de carne de porco. O governo egípcio ordenou, por causa da gripe, o sacrifício de todo o rebanho suíno daquele país (estimado em 300 mil cabeças). Propuseram mudar o nome da doença de gripe suína, para ‘gripe mexicana’, já que a doença surgiu no México, ou “gripe norte-americana”, já que teria surgido simultaneamente no México e no sul dos Estados Unidos, e uma vez que o consumo de carne suína não transmite a doença.

O Brasil é o quarto maior exportador mundial de carne suína. Ao final de 2008, tinha exportado 1,48 bilhão de dólares (pouco mais de três bilhões de reais) – um aumento de 20% em relação a 2007. Em 28 de abril, a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), enviou à diretoria geral da Organização Mundial da Saúde, um pedido de mudança da denominação da gripe.

Em 30 de abril, a OMS passou a referir-se à doença como influenza A ( H1N1), e a comissária da Saúde da União Européia, Androulla Vassiliou, em comunicado à imprensa, falou em “nova gripe”.  “O vírus é cada vez mais humano e cada vez tem menos a ver com o animal”, explicou Dick Thomson, porta-voz da instituição.

Surto de 2009

Ver artigo principal: Surto de gripe suína de 2009

Mapa do surto de gripe suína no mundo.

██ Mortes confirmadas

██ Casos confirmados

██ Casos não confirmados

Há 985 casos confirmados da doença, em 20 países, onde 590 no México, com o maior número de casos registrados e 25 mortes, e 226 nos Estados Unidos, com um caso fatal.

Países que apresentam casos de contaminação: Canadá (34), Espanha (13), Reino Unido (13), Alemanha (3), Nova Zelândia (3), Israel (2), Áustria (1), Dinamarca (1), Holanda (1), Hong Kong (1), Portugal (1) e Suíça (1).

Em sua escala de risco de pandemia, criada em 2005, na qual o nível máximo é 6, a Organização Mundial da Saúde aumentou o nível de alerta, em relação à influenza A (H1N1), de 4 para 5, sendo este o maior nível já registrado, desde a criação da escala.

Vacina

Existe uma vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizada pelos humanos. A vacina destinada à prevenção da gripe “convencional” oferece pouca ou nenhuma proteção contra o vírus H1N1. O Japão anunciou que pretende desenvolver uma vacina eficaz. Também o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) estão a investigar formas de tratamento. O Instituto Butantan, em São Paulo, está colaborando com a Organização Mundial de Saúde em uma pesquisa para elaborar uma vacina preventiva contra a gripe suína e tem previsão de finalizar o processo dentro de quatro a seis meses.

Todavia, segundo Karl Nicholson, da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, se o vírus evoluir para uma pandemia, a primeira onda vai chegar e irá embora antes que uma vacina tenha sido produzida.

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